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Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

06
Dez18

Estou exausta


Hikarry

Desde segunda no curso e já estou exausta,  não pelo curso em si, mas pela gripe desumana que me abalou à quase uma semana.

Andei a vomitar sangue pelos cantos, ranhocava a toda a hora, parecia que os pulmões me saltavam do peito sempre que espirrava e que estava a falar com um aquário na cabeça. Mesmo assim, fui às aulas e se não fosse a maldita gripe o saldo era muito positivo.

Os formadores têm todos um sentido de humor e uma disposição espetacular e as coisas que vamos abordar são muito interessantes.

Já tenho dois trabalhos e uma apresentação para entregar, para não falar do dossie, mas não me queixo. Não podia estar mais feliz. Já fiz uma amiga, com a qual me dou incrivelmente bem e parece ser uma das poucas pessoas civilizadas daquela turma. 

Como as aulas são só à noite, tenho caído na cama que nem um tordo e dormo até o corpo querer, ou até a falta dar que me assombra ultimamente o permitir.

Daqui a uma hora e meia lá estou eu novamente a levar com 3 horas de aula apenas com um intervalo, não que me queixa. Ainda não conheço a formadora nem de hoje nem de amanhã e, ou vão ser umas totais bestas para contrariar tudo o que acabei de dizer, ou seguir a mesma linha de todo o pessoal.

 

06
Dez18

Eu não entendo nada de pintura


Hikarry

Sendo eu atriz amadora posso considerar-me artista, certo? Mas há certos tipos de arte que não me entram na cabeça.

Pintura e escultura são duas dessas coisas.

Há uns anos fui ao museu de Serralves e lembro-me, perfeitamente, de no meio de um corredor estar um caixote do lixo cheio de tralha lá dentro. Havia pessoas muito entretidas a olhar para aquilo e eu a sentir-me uma burra porque não vi-a nada para além de lixo.

Terei pouca sensibilidade para essas coisas? Talvez, a verdade é que não entendo que tipo de mensagem o autor possa estar a tentar passar com um caixote do lixo ou um quadro de uma lata de sopa.

Quando tinha uns 8 anos eu gostava de pintar. Os meus avós compravam-me telas e pincéis e eu lá me entretia no meu quarto e, juro pelo deus do esparguete, eu vi vários dos meus quadros no museu. Fui ver o nome dos artistas e senti-me roubada, pois nem um creditozinho deram aqui à menina. 

Depois vi no jardim uma pá gigante, parecida com aquelas que os miúdos levam para a praia, só que esta tinha tomado algum tipo de soro para ficar daquele tamanho, para não falar de ferros retorcidos por aqui e acolá.

Sinceramente, fiquei bem mais fascinada pela parte de fotografia e até pelas pinturas pop, mas senti a falta de umas pinturas mais realistas e bonitas...afinal, quantas pessoas não vão a museus para ver maminhas e pequenos pénis?

Atenção, como podem ver, eu não entendo nada disto. Apenas acho que uma Vénus de Milo é mais bonita que uma versão copycat da bandeira do Japão.

 

 

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