Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

26
Jan19

Um dia dificil


Hikarry

Ontem foi um dia de merda. Muito mau mesmo.

Não me lembro de chorar daquela maneira à meses.

A minha sorte é que tenho boas amigas. A Baby Blue e a Arya vieram ao meu socorro ontem e, tanto graças a elas, como a outros e como a mim proporia, posso ter feito a maior asneira da minha vida...Ou talvez não. Consegui rir, fazer rir e descontrair quando estávamos juntas, aproveitando-me da Baby Blue para fazer as minhas piadas lésbicas e meter-me com ela, mas...Há momentos em que eu não queria ser assim. Gay.

Não o posso controlar, é algo que nasceu comigo e essa é a única parte de mim que eu realmente amo mas...Às vezes...

 

 

 

26
Jan19

Casos misteriosos: O fantasma mais belo de Nova York #10


Hikarry

Hoje não é assassinato ou desaparecimento, apenas bizarria; então, apertem os cintos e deixem as vossas mãos dentro do veiculo. Obrigado pela preferência. 

Olive Thomas foi uma atriz de filmes mudos de 1916 a 1920.

Olivia R. Duffy, como era realmente o seu nome, nasceu a 20 de Outubro de 1894. Ela era a irmã mais velha numa família com 3 crianças, ajudando o mais que podia a cuidar dos irmãos durante a sua adolescência.  

Quando fez 16 anos casou-se com Bernard Krung Thomas, mas, depois de um ano, eles divorciaram-se e em 1914 ela mudou-se para Nova York.

Ela trabalhou numa loja durante um ano e, mais tarde, ela encontrou um cartaz que anunciava o concurso para tentar descobrir a rapariga mais bonita de Nova York. Ela participou e ganhou. Com o titulo que o concurso lhe deu, ela rapidamente arranjou trabalho como modelo. Ela foi pintada varias vezes por vários artistas e apareceu em varia capaz de revista. 

Em 1915, ela juntou-se aos Ziegfeld Follies, um grupo de teatro que atuava na Broadway.

Com o seu trabalho como modelo e as fantásticas performances como atriz teatral, ela rapidamente foi cotada para vários filmes, sendo o seu primeiro em 1916.

Também foi em 1916 que ela conheceu Jack Pickford.

Jack Pickford era uma estrela de cinema grandiosa na altura e era conhecido como um sedutor. 

Olive também se tornou numa estrela desse calibre rapidamente com os filmes Indiscreet Corrine (1917) e Limousine Life (1918). 

Casou-se com Jack em 1916, mas nunca adotou o nome de família dele, pois não queria que a sua crescente fama fosse associada a ele, mas sim ao duro trabalho que ela fazia e ao talento que tinha. 

O maior filme da vida de Olive estreou em 1920, The Flapper

No final de 1920, o casamento entre ela e Jack, que parecia perfeito, começou a ter alguns problemas depois de ele se ter alistado na guerra, então eles decidiram ir numa segundo lua de mel para Paris durante um mês. 

No dia 10 de Setembro de 1920, Jack e Olive tinham acabado de chegar ao Ritz Hotel vindos de uma noite de festa, bebida e diversão. Olive começou a queixar-se muito de uma dor de cabeça, foi à casa de banho e tomou a garrafa errada, acabando por morrer envenenada.

Em vez de tomar uma aspirina, ela ingeriu cloreto de mercúrio que era usado, na altura, como material de limpeza. Ambos vinham na forma de pó e tinham garrafas muito parecidas. 

Algumas pessoas pensam que Jack a assassinou, outras pensam que ela se suicidou, mas isso não vem ao caso agora porque, eu, pessoalmente, penso que foi apenas um acidente. 

Ela está sepultada no Woodland Cemetery (Nova York, EUA).

O Amsterdam Theatre era onde o grupo em que ela participava atuava e em Maio de 1997 ele foi reaberto e reconstruido e as pessoas dizem que Olive Thomas não gostou disso nem um bocadinho. 

Um tempo depois da reconstrução começar, um segurança, às 2:30, ligou ao dono do teatro totalmente em pânico dizendo que ele tinha visto uma mulher com vestido verde, um chapéu e uma garrafa azul na mão. Ele disse que a chamou, ela olhou para ele e desapareceu pela da parede. Mais tarde, o segurança viu uma foto de Olive Thomas e disse que aquela era a mulher que ele tinha visto. 

Vários outros seguranças dizem ela falava com eles de uma forma sedutora para depois desaparecer quando eles se viravam para ver quem estava a falar. Isso só acontecia com homens, então, até hoje, os únicos seguranças no teatro são mulheres,que nunca viram o fantasma. 

No inicio dos anos 2000, o diretor do teatro começou a trazer peças originais do grupo de Olive para cena e foi a partir dai que as coisas começaram a ficar loucas.

As vassouras e as esfregonas nos bastidores do palco começavam a tremer do nada; coisas desapareciam e apareciam misteriosamente, quadros e retratos eram arrancados das paredes.

Desde esses incidentes, há imagens da Olive em todas as paredes do teatro e, quando os trabalhadores chegam ao teatro, todos desejam bom dia a um qualquer quadro da Olive e, quando saem, todos desejam boa noite. Desde que eles começaram a fazer isso, as coisas estranhas deixaram de acontecer. 

 

 

25
Jan19

2 anos disto


Hikarry

Hoje é o 2º ano do blog.

Não, não me esqueci desta vez e acho que estou pronta para fazer aquilo que ainda não conseguiria no ano passado: Dizer que a rapariga que criou e deu o nome a este canto está muito escondida dentro de mim.

Vou sentir a falta dela. Foram tempos difíceis, mas, sem ela, não seria o que sou hoje.

Foram apenas 2 anos, mas parece ter durado uma vida. Doeu tanto.

O que mais me custou foi entender que não havia como voltar para trás. Todos os beijos que ficaram por dar, todos os "Eu amo-te" que ficaram por dizer, todas aquelas vezes em que lhe quis dizer o quanto eu me importava, o quanto eu precisava, o quanto eu queria cuidar, já não iriam voltar. E nunca irão voltar.

E a culpa foi minha. Até hoje eu sei disso e, em momentos mais difíceis, dou por mim a pensar em como estraguei aquilo que podia ter durado. No fundo, nestes dois anos, e para o resto da minha vida, vou culpar-me por isso.

Não me arrependo de a ter amado.

Com o tempo, os posts deprimentes foram substituídos pelo meu já velho humor e pelas cronicas da minha vida.

Hoje sou uma nova pessoa.

Sou forte. Cresci.

Mas não o conseguiria sozinha. 

 

24
Jan19

O curso e sobreviver entre idiotas


Hikarry

O curso onde estou é fantástico. A sério. Tenho tido notas incríveis (não que isso conte para algo, mas vamos revelar essa parte).

O curso é chamado de "Educação e Formação para Adultos".

Antes de chegar lá, pensei que só ia encontrar pessoas mais velhas (o que não é um problema; era exatamente o que eu queria), mas, quando lá cheguei, só vi pessoas da minha idade.

Pensei: " Vá lá, não vai ser assim tão mau.", mas é.

Para além de estar lá aquela cabra que eu detesto, os gajos são uns completos miúdos. Respondem aos formadores e provocam-nos como crianças, não respeitam os horários nem as datas de entrega dos trabalhos e levam aquilo como uma brincadeira.

O que me irrita é que outras pessoas não puderam entrar porque aqueles idiotas entraram.

Não é fácil.

Sou a única do curso que, quando tem que fazer apresentações, não leva uma letra sequer no powerpoint, sem contar com os títulos. Tiro tudo da cabeça e as imagens que lá tenho ajudam, mas os idiotas insistem em cortar o meu raciocínio.

Apenas tenho a dizer que tive sorte de me sentar ao lado de quem me sentei.

 

Sobre mim

foto do autor

Pesquisar

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

  • Nuno

    Pois era! :)

  • Hikarry

    Uma boa comédia diária

  • Hikarry

    Ahah é espantoso o que se encontra por ai!Obrigada...

  • Hikarry

    Rir? Certamente. Também acho que é para isso que s...

  • Hikarry

    Olha que isso é que era uma ideia de valor!

Arquivo

    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D