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Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

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26
Jan19

Casos misteriosos: O fantasma mais belo de Nova York #10


Hikarry

Hoje não é assassinato ou desaparecimento, apenas bizarria; então, apertem os cintos e deixem as vossas mãos dentro do veiculo. Obrigado pela preferência. 

Olive Thomas foi uma atriz de filmes mudos de 1916 a 1920.

Olivia R. Duffy, como era realmente o seu nome, nasceu a 20 de Outubro de 1894. Ela era a irmã mais velha numa família com 3 crianças, ajudando o mais que podia a cuidar dos irmãos durante a sua adolescência.  

Quando fez 16 anos casou-se com Bernard Krung Thomas, mas, depois de um ano, eles divorciaram-se e em 1914 ela mudou-se para Nova York.

Ela trabalhou numa loja durante um ano e, mais tarde, ela encontrou um cartaz que anunciava o concurso para tentar descobrir a rapariga mais bonita de Nova York. Ela participou e ganhou. Com o titulo que o concurso lhe deu, ela rapidamente arranjou trabalho como modelo. Ela foi pintada varias vezes por vários artistas e apareceu em varia capaz de revista. 

Em 1915, ela juntou-se aos Ziegfeld Follies, um grupo de teatro que atuava na Broadway.

Com o seu trabalho como modelo e as fantásticas performances como atriz teatral, ela rapidamente foi cotada para vários filmes, sendo o seu primeiro em 1916.

Também foi em 1916 que ela conheceu Jack Pickford.

Jack Pickford era uma estrela de cinema grandiosa na altura e era conhecido como um sedutor. 

Olive também se tornou numa estrela desse calibre rapidamente com os filmes Indiscreet Corrine (1917) e Limousine Life (1918). 

Casou-se com Jack em 1916, mas nunca adotou o nome de família dele, pois não queria que a sua crescente fama fosse associada a ele, mas sim ao duro trabalho que ela fazia e ao talento que tinha. 

O maior filme da vida de Olive estreou em 1920, The Flapper

No final de 1920, o casamento entre ela e Jack, que parecia perfeito, começou a ter alguns problemas depois de ele se ter alistado na guerra, então eles decidiram ir numa segundo lua de mel para Paris durante um mês. 

No dia 10 de Setembro de 1920, Jack e Olive tinham acabado de chegar ao Ritz Hotel vindos de uma noite de festa, bebida e diversão. Olive começou a queixar-se muito de uma dor de cabeça, foi à casa de banho e tomou a garrafa errada, acabando por morrer envenenada.

Em vez de tomar uma aspirina, ela ingeriu cloreto de mercúrio que era usado, na altura, como material de limpeza. Ambos vinham na forma de pó e tinham garrafas muito parecidas. 

Algumas pessoas pensam que Jack a assassinou, outras pensam que ela se suicidou, mas isso não vem ao caso agora porque, eu, pessoalmente, penso que foi apenas um acidente. 

Ela está sepultada no Woodland Cemetery (Nova York, EUA).

O Amsterdam Theatre era onde o grupo em que ela participava atuava e em Maio de 1997 ele foi reaberto e reconstruido e as pessoas dizem que Olive Thomas não gostou disso nem um bocadinho. 

Um tempo depois da reconstrução começar, um segurança, às 2:30, ligou ao dono do teatro totalmente em pânico dizendo que ele tinha visto uma mulher com vestido verde, um chapéu e uma garrafa azul na mão. Ele disse que a chamou, ela olhou para ele e desapareceu pela da parede. Mais tarde, o segurança viu uma foto de Olive Thomas e disse que aquela era a mulher que ele tinha visto. 

Vários outros seguranças dizem ela falava com eles de uma forma sedutora para depois desaparecer quando eles se viravam para ver quem estava a falar. Isso só acontecia com homens, então, até hoje, os únicos seguranças no teatro são mulheres,que nunca viram o fantasma. 

No inicio dos anos 2000, o diretor do teatro começou a trazer peças originais do grupo de Olive para cena e foi a partir dai que as coisas começaram a ficar loucas.

As vassouras e as esfregonas nos bastidores do palco começavam a tremer do nada; coisas desapareciam e apareciam misteriosamente, quadros e retratos eram arrancados das paredes.

Desde esses incidentes, há imagens da Olive em todas as paredes do teatro e, quando os trabalhadores chegam ao teatro, todos desejam bom dia a um qualquer quadro da Olive e, quando saem, todos desejam boa noite. Desde que eles começaram a fazer isso, as coisas estranhas deixaram de acontecer. 

 

 

23
Jan19

Casos misteriosos: O assassinato de Zebb Quinn #9


Hikarry

A 2 de Janeiro de 200, Zebb Quinn saiu do trabalho num Walmart por volta das 9 da noite e foi ter com um amigo, Robert Owens. 

Owens também trabalhava no Walmart e eles já se conheciam à muito tempo.

Quinn queria ver um carro novo para comprar e Owens disse que sabia de alguém que estava a vender um carro perto de onde ele morava então, à 9 da noite, eles decidiram ir ver o tal carro e foram em carros separados.

A ultima vez que Quinn seria visto seria numa bomba de gasolina onde eles pararam para comprar alguns refrigerantes e bolachas.

Segundo Owens, no caminho para ir ver o carro, Quinn começou a fazer-lhe sinal de luzes para encostar e quando ele o fez e se encontrou com Quinn na beira da estrada, ele disse que o amigo parecia estar irritado. Quinn disse que tinha recebido uma mensagem, mas que o telemóvel estava sem bateria e precisava de encontrar um telefone publico para fazer uma chamada.

Owens esperou naquele sitio e Quinn voltou 10 minutos depois. Eles voltaram à estrada e Quinn bateu no carro de Owens e saiu do carro aflito pedindo milhões de desculpas e que ele pagaria pelo estrago, mas que agora ele tinha que ir embora e que não podia pagar naquele momento. No dia seguinte Quinn não apareceu no trabalho e a família dele foi logo reporta-lo como desaparecido.

Umas horas depois da ultima vez que Owens tinha visto o Quinn, ele tinha ido ao hospital para tratar um ferimento na cabeça e costelas partidas. Ele disse que aquilo aconteceu num acidente de carro que sucedera depois de Quinn se ir embora junto de uma Waffle House, mas, depois da investigação policial, descobriram que não tinha havido nenhum relato de acidente naquele local. O hospital disse que o tipo de ferimento que ele tinha não fariam sentido numa pessoa que tivesse tido um acidente de carro.

Dois dias depois do desaparecimento de Quinn, o Walmart recebeu um telefonema de alguém que dizia ser o Quinn dizendo que estava doente e que não poderia ir trabalhar. O gerente imediatamente percebeu que não era ele porque a voz era completamente diferente e mais tarde veio-se a descobrir que o telefonema tinha vindo do telemóvel de Owens. Durante o interrogatório, Owens disse que foi Quinn que lhe pediu para avisar que estava doente, sendo que algum tempo antes disse que não tinha tido qualquer contacto com o amigo desde o dia do desaparecimento. Depois de ele dar esta declaração ele parou, completamente, de cooperar com a policia. 

Duas semanas depois o carro de Quinn foi encontrado com uns lábios desenhados na janela da mala e dentro do carro estava um cão, uma chave de um quarto de hotel, algumas garrafas de álcool, um casaco que não era dele e alguns cabelos.

O carro estava estacionado do outro lado da estrada do hospital onde a avó e a irmã do Quinn trabalhavam. 

Em 2007 a policia consegui um mandato para fazer investigações na propriedade do Owens, mas a investigação não foi dar em nada. 

Em 2015, um familiar de Owens contactou a policia e disse que na época em que o Quinn tinha desaparecido, Owens tinha decidido fazer um charco na sua propriedade e que algum tempo depois o encheu com cimento. Eles foram investigar, novamente, o terreno e apenas encontraram um pedaço de tecido velho que eles não conseguiram dizer se pertenceria a Quinn ou não. 

Mais tarde, em 2015, Owens foi para a cadeia acusado do assassinato de um casal, sendo que a mulher estava gravida. Os restos mortais do casal tinham sido encontrados num forno na propriedade do Owens. 

A 10 de Julho de 2017 Owens foi considerado culpado pelo assassinado de Zebb Quinn.

21
Jan19

Casos misteriosos: A morte da noiva #8


Hikarry

Demorou? Demorou, mas estamos de volta.

No dia 20 de maio de 1947 o corpo de Christina Kettlewell (21 anos) foi encontrado a 45 metros da casa de campo onde ela estava a passar a sua lua de mel debaixo de 22 centímetros de água na margem de um rio em Severn Falls (Ontário, Canada). 

Antes do casamento, Christina era conhecida como Christina Mocon, vivia em Mimico (Ontário, Canada) e trabalhava num banco onde todos a descreviam como uma boa trabalhadora .

A 12 de maio de 1947 ela fugiu com John Ray Kettlewell, um veterano de guerra de 26 anos mais conhecido como Jack, depois de um relacionamento de 3 anos. 

John tinha um melhor amigo chamado Ronald Barrie, um imigrante italiano de 28 anos que trabalhava como dançarino profissional e é dito que os três passavam muito tempo juntos. 

A irmã de Christina, Helen, disse que todos pensavam que o Ronald estava apaixonado pela irmã.

O casal passou os próximos dias depois da fuga num apartamento em Toronto na Tindle Avenue. 

Depois do casamento, a 17 de maio de 1947, os três foram para Severn Falls para a casa de campo de Berrie (que era apenas acessível por barco) onde passaram (os três juntos) a lua de mel. 

Durante a lua de mel, é dito que Christina começou a agir de forma estranha, tendo crises de choro aleatoriamente enquanto na maioria do tempo ela parecia atordoada. Evidencias dizem que Christina tinha tido conversas com Ronald sobre se Jack a amaria de verdade ou não. 

No dia 20 de maio, Christina desapareceu da casa no mesmo dia em que a casa pegou fogo. Ronald voltou para a casa e encontrou Jack completamente desorientado sentado junto da casa com um ferimento na cabeça e carregou-o às costas para longe das chamas. 

Com Jack a salvo, ele voltou para a casa para procurar a Christina, mas ela não estava em lado nenhum. Segundo Ronald, a casa ardeu completamente em apenas uma hora.

Ronald levou Jack de volta a "terra firme" para encontrarem um carro e leva-lo ao hospital enquanto chamava a policia.

Seria naquela tarde que um vendedor de barcos da área (Neville Sweet) encontraria o corpo de Christina. O corpo não tinha qualquer queimadura nem sinal de violência. Uma autopsia encontrou codeína (uma droga usada para aliviar as dores) no estômago dela, mas a causa de morte teria sido afogamento. 

O Major Lawrence Scardifield, que ajudou a apagar o fogo da casa, disse que não viu o corpo de Christina em lado nenhum quando ele foi buscar água ao rio para ajudar com as chamas apenas umas horas antes.  

Jack foi interrogado por 3 horas depois de ter tido alta do hospital onde disse que não se lembrava de nada do que aconteceu depois das 11 da manhã no dia da morte de Christina.  

Ronald foi interrogado durante 13 horas.

No dia 19 de Junho começou o inquérito à a morte de Christina. O publico encheu a sala de julgamentos por completo e a escadaria do tribunal, sendo que algumas pessoas pediram autógrafos a Jack e Ronald, os principais suspeitos. 

Jack e Ronald não estavam a ser julgados por assassinato, apenas estavam ali para se tentar perceber se aquela morte tinha sido um crime ou não, mas o júri não conseguiu decidir. 

Muitas pessoas pensam que Christina tinha alguma doença mental e se tinha suicidado, sendo que vários bilhetes de suicídio escritos antes da sua morte foram encontrados durante a investigação. O primeiro bilhete foi escrito no domingo de pascoa antes do seu noivado e 5 semanas antes do seu casamento sendo o destinatário Ronald. No bilhete ela diz que tentou envenenar-se e diz que ela estava incerta se Jack a pediria em casamento e que aquela seria a melhor forma de parar com o sofrimento porque ela não aguentaria ver Jack com outra mulher. 

Ela escreveu outro bilhete no fim de Abril, sendo o destinatário Ronald outra vez, onde ela deixava evidente que ela não só queria se matar, mas matar Jack também. No bilhete lia-se:

Quanto tu amas alguém e eu sei que realmente o amo, e eu também sei que não há outro para mim sem ser o Jack, e se eu não o posso ter, eu não vou deixar que outra pessoa o tenha...Eu esperei na esperança que Jack me fosse pedir em casamento, mas agora eu percebo que não sou nada para além de uma fantasia passageira. 

O ultimo bilhete foi escrito no dia anterior à sua morte, sendo o destinatário uma Sr. Thomas que era dona de uma casa onde Jack e Christina tinham ficado durante algum tempo. Quando ela terminou o bilhete, ela pediu a Ronald que ele envia-se o bilhete onde se lia:

Ronie está num barco algures. Quando ele voltar já tudo vai estar terminado. Ele deve estar com medo que algo aconteça porque ele vai ficar mais um dia para ter certeza que nós voltamos para Toronto com ele.

Todos os bilhetes foram analisados por um especialista em caligrafia que afirmou que aquela era a letra de Christina. Ronald foi quem ficou com todos os bilhetes, mas nunca disse nada ao Jack até o começo da investigação. 

Muitos também pensam que Jack e Ronald não eram nem um pouco inocentes. Numa declaração, Jack afirma ter estado numa relação intima com Ronald por algum tempo, mas, no tribunal, Jack disse que foi manipulado pela policia para fazer essa declaração. C. P. Hope acreditava que Jack nunca tinha sido manipulado mas que, sim, ele e Ronald eram amantes e Jack acabou por admitir depois de Hope o torturar com montes de perguntas.

Três anos depois da tragédia, Jack casou-se com outra mulher e os dois viveram durante um curto período de tempo no mesmo apartamento que ele tinha dividido com Christina. Eles tiveram filhos, mas divorciaram-se no final dos anos 60.  Jack morreu em 1998.

Ronald mudou-se para Nova York em 1956 e nunca mais ninguém soube dele.

 

13
Jan19

Casos Misteriosos: O desaparecimento de Joan Risch #7


Hikarry

Joan Carolyn Bard Risch vivia em Lincoln (Massachussets, USA) em 1961. Ela tinha um marido, Martin, e dois filhos, uma menina de 4 anos e um menino de 2. Ela era editora em Nova York antes de conhecer o marido, mas quando começaram a ter a ideia de ter filhos, decidiram mudar de cidade e ela passou a ser uma dona de casa. 

Ela desapareceu a 24 de outubro de 1961 e o marido dela estava numa viagem de negócios nesse diaAquela manhã foi completamente normal. Ela tinha ido ao dentista com a filha, agendou uma consulta para ela para o dia 30, comprou um presente para o marido, comprou um sutiã, outras coisas femininas e fez as compras do dia.

Ela chegou a casa às 11 da manhã, fez o almoço para as crianças, aconchegou o filho no berço e enviou a filha para a casa da frente para ir brincar com o filho dos vizinhos.

Às 14:15 os vizinhos começaram a reparar em algumas coisas estranhas.

Joan foi vista ao lado do carro, pasmada a olhar para ele como se estivesse noutro universo ou confusa. Depois de uns minutos de estar ali parada, um vizinho viu-a a correr para longe muito rápido enquanto segurava algo vermelho. 

Algum tempo depois a vizinha da frente que estava com a filha da Joan mandou-a para casa porque tinha que ir fazer algumas coisas. A menina foi para casa, mas voltou pouco depois e disse à vizinha que não conseguia encontrar a mãe e que havia tinta vermelha por toda a cozinha. 

Quando a vizinha foi ver o que se estava a passar ela rapidamente percebeu que a "tinta vermelha" não era tinta, mas sim sangue. Ela também reparou que o telefone foi arrancado da parede e atirado para o caixote do lixo da cozinha e que o livro das paginas amarelas estava aberto no numero das emergências, mas a policia mais tarde descobriu que nenhuma chamada para as emergências foi feita. 

Parecia ter havido uma luta porque uma cadeira estava no chão , havia uma impressão digital sangrenta no telefone, uma impressão digital de uma mão completa na parede, sangue por quase toda a casa que levava até ao quarto onde estava o filho da Joan e depois voltava a descer pelas escadas até à cozinha e depois até ao carro. 

Alguns pessoas diziam ter visto um carro desconhecido parado na parte de trás da casa por volta das 15 horas, o que poderia dizer que alguma coisa aconteceu como alguém ter invadido a casa ou ela ter aquele carro como plano de fuga, mas a policia negou e disse que aquele carro era apenas um carro da policia à paisana, embora a policia ainda não tivesse sido chamada a essa hora. 

Não havia pegadas sangrentas nem nenhuma quantidade enorme de sangue, apenas algumas gotas por ali e por além, o que a policia diz ser evidencia de apenas feridas superficiais. Quando a policia forense analisou o sangue, o sangue era tipo O, o mesmo tipo da Joan, mas nunca conseguiram dizer com certeza se o sangue era mesmo dela ou não, porque a tecnologia ainda não estava assim tão avançada no começo dos anos 60. As impressões digitais, tanto no telefone como na parede, também foram inconclusivas. 

A policia também descobriu que alguém tento limpar o sangue do chão, porque havia um rolo de papel de cozinha  e um macacão do filho no chão.

Alguns minutos depois das 15, uma mulher foi vista por condutores na estrada 28, que era muito próxima à casa da Joan, onde estavam a haver obras. Segundo os condutores, a mulher parecia muito confusa e estava coberta de sangue. 

Um jornalista que tentou resolver o caso descobriu um cartão que ela tinha que era dado na biblioteca onde ela costumava ir para apontar os livros que as pessoas requisitavam. Nos 6 meses anteriores ao desaparecimento, a Joan tinha requisitado 25 livros sobre desaparecimentos misteriosos, assassinatos sem explicação e livros sobre pessoas que desapareceram porque estavam infelizes com a sua vida e decidiram começar uma nova.

Os amigos da Joan disseram que ela passava a vida a dizer que estava extremamente infeliz com a sua vida, que ela não gostava de estar em casa todo o dia e não estar a trabalhar, que ela se sentia vazia e que ela não tinha outro propósito sem ser os seus filhos e que isso a incomodava bastante. 

Muitas pessoas pensam que alguém invadiu a casa e ela foi atacada e que, no decorrer do ataque, a Joan bateu com a cabeça e sofreu amnésia depois do sucedido. Ela poderia ter andando a vaguear por ai e na estrada 28 ela poderia ter caído para algum buraco que foi coberto e ninguém saberia o que lhe aconteceu.

Ela não tinha qualquer histórico de distúrbios mentais tal como a sua família, mas continuam a haver pessoas que pensam que ela apenas teve uma rutura mental, porque ela estava muito infeliz com a sua vida e a vida de ser uma dona de casa com 2 filhos pode ser muito stressaste. 

09
Jan19

Casos misteriosos: O desaparecimento da Madeleine McCann #6


Hikarry

Um caso nacional meus senhores e como este caso já remoeu e foi dar a becos durante todos estes anos!! Bem me lembro dos cartazes em todo o lado com a rapariga dos olhos bonitos, mas até hoje BAAM nada!

Honestamente? Não conheço muitos casos nacionais (podem dar ideias) e, como este é o caso nacional mais famoso no mundo, estou aqui a falar sobre ele porque tenho amor à minha pátria - por mais que esteja a falar sobre coisas deprimentes. 

Madeliene McCann nasceu em Leiscester (Reino Unido) a 12 de maio de 2003. Desapareceu a 3 de maio de 2007, poucos dias antes do seu 4º aniversario, quando estava de ferias com os seus pais (Kate McCann e Jerry McCann), irmãos (Sean e Amelie) e mais 3 casais na Vila da Luz em Lagos, Portugal. A mãe era medica anestesista e o pai era cardiologista

Eles iriam ficar de ferias durante uma semana e cada casal tinha um apartamento no resort.

A Madie tinha passado o dia na piscina com o pai e os irmãos gémeos, mas a ultima vez que ela foi vista pelos pais foi às 7:30 da noite quando eles a colocaram, juntamente com os irmãos, nas repetitivas camas. 

Os pais dizem que se lembram de fechar as persianas, porque estavam a tentar por o quarto o mais escuro possível para os filhos adormecerem mais depressa e de deixar apenas uma fresta da porta aberta para deixarem algumas luz entrar no quarto para os miúdos não se assustarem.

Os pais e os casais de amigos foram almoçar num bar perto de onde estavam hospedados, ainda dentro da área do resort, enquanto todos os casais deixavam todas as suas crianças nos quartos, embora o resort oferecesse um serviço de babysiting.

Jerry, o pai de Maddie, foi ver dos miúdos à 21:10 e todos estavam a dormir. 

Às 21:30, foi a vez de Kate de ir ver as crianças, mas um amigo do casal ofereceu-se para ir no lugar dela, porque ele ia ver dos filhos dele e, como o apartamento dos McCann era mesmo ao lado, ele não se importava. Para ele tudo parecia normal, embora o quarto estivesse com alguma luminosidade a mais - o que pode dizer que as cortinas estavam abertas. 

Por volta  das 22H, Kate decidiu ir ver dos filhos e foi ai que ela se apercebeu do desaparecimento da Madeliene. Ela disse que quando ela chegou ao quarto a porta do apartamento estava aberta. Ela foi ver os gémeos e não viu a Madeliene, mas, em principio, ela pensava que a garota estava escondida por baixos dos lençóis, então ela não entrou em pânico; quando ela verificou que a Madie não estava ali, ela pensou que talvez ela tivesse acordado e ido para o quarto deles, então ela foi verificar, mas a criança não estava em lado algum e foi ai que ela entrou num pânico total. 

Ela deixou os gémeos no quarto e foi avisar o marido e os amigos. Montes de gente foi para o apartamento à procura de Madie, tocando em tudo e deixando o quarto numa completa confusão. Só alguns minutos depois é que a policia foi chamada e a Interpol não pós nenhum aviso de desaparecimento a circular durante 5 dias. 

A principio a policia não chegou a nenhuma conclusão, porque o quarto estava uma confusão e tudo o que podia conter evidencias ali, foi tocado ou mudado de lugar, então eles procuraram por todo o perímetro à volta do resort, mas nada da Madie. Inclusive, a policia marítima foi ativada para procurar evidencias no mar com helicópteros e lanchas salva-vidas, juntamente com a Proteção civil, bombeiros e elementos da Cruz Vermelha. 

Kate afirmou que viu um homem a carregar uma criança, mas, anos depois, foi provado que aquela criança não era a Madie, mas outra criança que tinha adormecido no serviço de Babysitting e que o pai tinha ido buscar.

A policia portuguesa pediu que os medias não fossem envolvidos, mas os McCann foram falar com eles de qualquer maneira. 

Detetives descobriram que durante aquela semana tinha havido vários assaltos e que nas ultimas 3 semanas tinham havido dois assaltos no bloco de apartamentos em que os McCann estavam e que de ambas as vezes a entrada dos assaltantes tinha sido pelas janelas. 

Em principio, a policia não tinha a certeza se alguém tinha levado a Madie ou se ela tinha saído do apartamento por vontade própria e, mais tarde, a policia também começaram a achar os McCann suspeitos. 

Uma das teorias é que, se calhar, ela tinha acordado e saiu do apartamento para procurar pelos pais. 

Outra teoria é que foram os McCann que fizeram alguma coisa à miúda. Muitas pessoa acreditam que os pais a drogaram para ela adormecer mais depressa e que, sem querer, ela teve uma overdose ou que eles a fizeram ter uma overdose de propósito. 

Alguns cães foram trazidos para a cena do crime para seguir o cheiro de sangue, de cadáveres e o cheiro da Madie e os cães levaram a policia a dois sítios: o roupeiro no quarto das crianças e o porta bagagens do carro alugados dos McCann e, embora aqueles cães nunca tivessem falhado, aquelas evidencias foram descartadas. A policia também foi procurar por impressões digitais junto da janela e as únicas impressões digitais que encontraram foi da Kate McCann.

Outra teoria é que foi um assalto que correu mal.

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Comentários recentes

  • Nuno

    Pois era! :)

  • Hikarry

    Uma boa comédia diária

  • Hikarry

    Ahah é espantoso o que se encontra por ai!Obrigada...

  • Hikarry

    Rir? Certamente. Também acho que é para isso que s...

  • Hikarry

    Olha que isso é que era uma ideia de valor!

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