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Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

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13
Jan19

Casos Misteriosos: O desaparecimento de Joan Risch #7


Hikarry

Joan Carolyn Bard Risch vivia em Lincoln (Massachussets, USA) em 1961. Ela tinha um marido, Martin, e dois filhos, uma menina de 4 anos e um menino de 2. Ela era editora em Nova York antes de conhecer o marido, mas quando começaram a ter a ideia de ter filhos, decidiram mudar de cidade e ela passou a ser uma dona de casa. 

Ela desapareceu a 24 de outubro de 1961 e o marido dela estava numa viagem de negócios nesse diaAquela manhã foi completamente normal. Ela tinha ido ao dentista com a filha, agendou uma consulta para ela para o dia 30, comprou um presente para o marido, comprou um sutiã, outras coisas femininas e fez as compras do dia.

Ela chegou a casa às 11 da manhã, fez o almoço para as crianças, aconchegou o filho no berço e enviou a filha para a casa da frente para ir brincar com o filho dos vizinhos.

Às 14:15 os vizinhos começaram a reparar em algumas coisas estranhas.

Joan foi vista ao lado do carro, pasmada a olhar para ele como se estivesse noutro universo ou confusa. Depois de uns minutos de estar ali parada, um vizinho viu-a a correr para longe muito rápido enquanto segurava algo vermelho. 

Algum tempo depois a vizinha da frente que estava com a filha da Joan mandou-a para casa porque tinha que ir fazer algumas coisas. A menina foi para casa, mas voltou pouco depois e disse à vizinha que não conseguia encontrar a mãe e que havia tinta vermelha por toda a cozinha. 

Quando a vizinha foi ver o que se estava a passar ela rapidamente percebeu que a "tinta vermelha" não era tinta, mas sim sangue. Ela também reparou que o telefone foi arrancado da parede e atirado para o caixote do lixo da cozinha e que o livro das paginas amarelas estava aberto no numero das emergências, mas a policia mais tarde descobriu que nenhuma chamada para as emergências foi feita. 

Parecia ter havido uma luta porque uma cadeira estava no chão , havia uma impressão digital sangrenta no telefone, uma impressão digital de uma mão completa na parede, sangue por quase toda a casa que levava até ao quarto onde estava o filho da Joan e depois voltava a descer pelas escadas até à cozinha e depois até ao carro. 

Alguns pessoas diziam ter visto um carro desconhecido parado na parte de trás da casa por volta das 15 horas, o que poderia dizer que alguma coisa aconteceu como alguém ter invadido a casa ou ela ter aquele carro como plano de fuga, mas a policia negou e disse que aquele carro era apenas um carro da policia à paisana, embora a policia ainda não tivesse sido chamada a essa hora. 

Não havia pegadas sangrentas nem nenhuma quantidade enorme de sangue, apenas algumas gotas por ali e por além, o que a policia diz ser evidencia de apenas feridas superficiais. Quando a policia forense analisou o sangue, o sangue era tipo O, o mesmo tipo da Joan, mas nunca conseguiram dizer com certeza se o sangue era mesmo dela ou não, porque a tecnologia ainda não estava assim tão avançada no começo dos anos 60. As impressões digitais, tanto no telefone como na parede, também foram inconclusivas. 

A policia também descobriu que alguém tento limpar o sangue do chão, porque havia um rolo de papel de cozinha  e um macacão do filho no chão.

Alguns minutos depois das 15, uma mulher foi vista por condutores na estrada 28, que era muito próxima à casa da Joan, onde estavam a haver obras. Segundo os condutores, a mulher parecia muito confusa e estava coberta de sangue. 

Um jornalista que tentou resolver o caso descobriu um cartão que ela tinha que era dado na biblioteca onde ela costumava ir para apontar os livros que as pessoas requisitavam. Nos 6 meses anteriores ao desaparecimento, a Joan tinha requisitado 25 livros sobre desaparecimentos misteriosos, assassinatos sem explicação e livros sobre pessoas que desapareceram porque estavam infelizes com a sua vida e decidiram começar uma nova.

Os amigos da Joan disseram que ela passava a vida a dizer que estava extremamente infeliz com a sua vida, que ela não gostava de estar em casa todo o dia e não estar a trabalhar, que ela se sentia vazia e que ela não tinha outro propósito sem ser os seus filhos e que isso a incomodava bastante. 

Muitas pessoas pensam que alguém invadiu a casa e ela foi atacada e que, no decorrer do ataque, a Joan bateu com a cabeça e sofreu amnésia depois do sucedido. Ela poderia ter andando a vaguear por ai e na estrada 28 ela poderia ter caído para algum buraco que foi coberto e ninguém saberia o que lhe aconteceu.

Ela não tinha qualquer histórico de distúrbios mentais tal como a sua família, mas continuam a haver pessoas que pensam que ela apenas teve uma rutura mental, porque ela estava muito infeliz com a sua vida e a vida de ser uma dona de casa com 2 filhos pode ser muito stressaste. 

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