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Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

27
Jan17

Histórias de encantar


Hikarry

Estar deprimido é um dos piores sentimentos que há. É como se o chão desaparecesse dos nossos pés e, embora possa estar um dia repleto de sol, luz e felicidade à nossa volta, tudo parece em preto e branco, mas há um remédio a longo prazo para isso: O tempo (com uma pequena colherzinha de chá de amigos e carinho).

Os sintomas demoram muito tempo a desaparecer, mas começam a dissipar-se, mesmo que passado meses ou até anos ainda haja resquícios dessa febre e dor no pequeno coração.

Mas, deixando-nos de tristeza e e partindo para as aventuras (que não são mais fascinantes do que colocar uma lata de sopa em cima da mesa e ficar a olhar para ela).

 

Eu sempre pensei demasiado e isso é bom e mau, mas hoje, em parte, foi ótimo. Gosto de analisar as coisas e levantar questões com que ninguém se importa até chegar a um fundamento que eu acho filosófico e os outros acham raciocínio e devaneios de criança da cresce.

 

Aula de físico-química, presa numa sala com outros 13 (talvez 14) seres humanos durante 135 minutos e nunca o tempo passou tão depressa na minha vida (pelo menos numa aula daquelas), talvez por causa dos pensamentos onde me perco com facilidade ou por causa da "experiência" (se é que brincar com luzes se pode chamar isso) sobre fibras e a luz.

A professora levou uma cena toda catita para a aula que tinha comprado no...(não deveria fazer publicidade aqui e nem vou, pois não sou paga para isso, apenas vos darei uma pista: começa em Li e acaba em dl)...com uma fibras todas giras (não giras de "Ah! Bonito!", mas giras de "Ah! Luzinhas!" - frase muito usada pelo meu pai em época de natal sempre que entramos numa loja dos chineses).

No caso, a bugiganga ai de cima (agradecimentos ao meu BF, que será, possivelmente o nome de código dele aqui). Umas das minhas colegas ficou extremamente fascinada e eu, confesso, também (o que me levou a ter uma grande urgência de ir ao sitio, que eu não posso dizer o nome, pois não faço publicidade, comprar um igual e ficar fascinada até perceber que aquilo não fica bem em lado nenhum do meu quarto e o arrumar num canto) e aquele pequeno objeto, que nos ajudou a ignorar o resto da aula, levantou a um rápido debate sobre a combinação de cores favoritas de cada um.

Quase todos tiveram uma escolha diferente (sendo a minha o rosa estranho com o azul ainda mais estranho) e eu achei isso fantástico.

Achei fantástico o facto de sermos tão diferentes e "únicos" (já que havia poucas opções de escolha nas preferências). Fulano gosta do vermelho, garota gosta do verde e azul, Joãozinho gosta de todas juntas e isso é o que trás graça a todo o lado: a diferença em tudo.

 

Na minha opinião, a diferença é uma das coisas que tornam o mundo num lugar menos aborrecido (junto com os cromos dos programas de talentos). Cada pessoa tem o seu modo, a sua personalidade e isso é simplesmente brilhante!

5 comentários

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Comentários recentes

  • Nuno

    Pois era! :)

  • Hikarry

    Uma boa comédia diária

  • Hikarry

    Ahah é espantoso o que se encontra por ai!Obrigada...

  • Hikarry

    Rir? Certamente. Também acho que é para isso que s...

  • Hikarry

    Olha que isso é que era uma ideia de valor!

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