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Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

19
Mar20

Review: Sonic, the Hedgehog (2020 - com alguns spoilers)


Hikarry

Quarentena.

Que tempo melhor para se meter as series, os livros e o estudo em dia?

Desde de que entrei para a universidade, comecei a ir ao cinema mais vezes do que alguma vez em qualquer outra fase da minha vida. De Frozen II a Jojo Rabbit e 1917, vi praticamente todos. Antes desta loucura do corona, eu andava a tentar convencer alguém (a serio, qualquer pessoa) a vir comigo ao cinema ver o filme do Sonic, porque sempre preferi o pequenino azul ao Mário. Todos arranjavam uma desculpa. Mas agora, sozinha no meu quarto, consegui ver o filme.

Depois de em 2019 eu (e muitos outros fãs) apanhar um susto com aquele pesadelo de Sonic dos primeiros trailers e depois de uma campanha para mudar o bichano para um design melhor (e sermos ouvidos) eu confesso que estava ansiosa. Não me importava de esperar mais 6 meses e ver um Sonic que não me desse pesadelos pelos próximos 10 anos da minha vida.

Ele era lindo.

Divertido.

Fantástico.

Fofinho.

E acabou por ser um pequeno desapontamento.

O filme começou bem. Souberam como me ganhar nos primeiros 10 minutos do filme a meter o Sonic a correr ao som de “Don’t Stop Me Now” dos Queen, mas foi apenas um rápido paladar doce no meio de tanto amargo.

Não importa o quão fofinho fizeram o Sonic. Nem o ótimo novo design nem os efeitos especiais fantásticos conseguiram salvar uma historia tão…básica como aquela. Tão unidimensional.

O inicio onde tentaram explicar o passado do Sonic e o porquê de ele estar na Terra foi demasiado rápido e pouco explicado. Deixou-me com demasiadas perguntas e nenhuma resposta. Ele era um órfão com poderes diferentes (que nunca é explicado de o porquê serem diferentes e, se era esse o caso, também não explicaram de onde os tais poderes vieram), e ele tinha que se esconder porque alguém os queria (Alguém? Quem? Para quê? Também não sei. Não voltam a tocar nesse assunto durante o resto do filme). Encontraram-no e ele viu-se obrigado a exilar-se noutros planetas, como a Terra.

Esse pequeno prologo também é o único momento em que vemos o mundo “dos videojogos” do Sonic. Não há mais. A única coisa dos jogos que nos persegue pelo resto do filme é o próprio personagem, os poderes dele, os anéis e o Dr. Robotnik, interpretado pelo Jim Carrey

Ora, peguemos na performance do Jim Carrey.

O Mascara, O Show de Truman e o Grinch são clássicos; o homem é um génio e não há ninguém que possa dizer o contrario, mas este papel…ele tentou demais para um papel que estava mal escrito. Piadas horríveis (eu acho piada a tudo, então…) e cenas que se prolongam durante demasiado tempo com um bom ator a fazer um papel abaixo de medíocre é o que caracteriza a performance deste gigante da 7º arte em Sonic.

A única coisa que salva este filme é a banda sonora e a amizade encantadora criada entre o Sonic e o Tom Wachowski (xerife da cidade de Green Hills – cidade onde se passa a ação) que, por momentos, até me faz esquecer de todos os pormenores que me incomodam.

Não é um filme que me marcará, infelizmente.

21
Dez19

Sobre o meu desaparecimento (e O Monte dos Vendavais)


Hikarry

Bom, minha gente, antes que me digam o que quer que seja, eu sei: eu tomei um chá de sumiço e só voltei para o blog passado mais de um mês.

Tenho a dizer que não foi totalmente por escolha própria nem por falta de inspiração. Problemas pessoais e a universidade têm me roubado todo o tempo, mas, com as férias de Natal entre nós, tenho alguma esperança de resolver algumas coisas.

O curso não está a ir nada mal; só ainda tive uma negativa até agora (recurso de Italiano ai vou eu...escusado será dizer que me arrependo amargamente de ter escolhido esta língua) e tenho dois exames logo na primeira semana de Janeiro, um a seguir ao outro.

Não há muito que se lhe diga sobre o resto - possivelmente porque não me lembro de nada em especial; então passarei ao próximo tópico.

Durante todo este meu sumiço, eu andei a ler O Monte dos Vendavais e Ó Senhor que livro miserável. A minha professora de cultura estava totalmente certa quando disse que "nem todos os clássicos são bons".

Primeiro que o livro parecia nunca mais acabar. Eu estava a ver meia dúzia de folhas por ler à quase duas semanas e as malditas pareciam multiplicar-se sempre que eu pegava no livro; tanto que só acabei a leitura ontem. Segundo: a edição que eu comprei estava tão mal editada (não se conseguia dizer quando eram as falas das personagens ou quando a ação se estava a passar no presente ou no passado) que eu comecei a desejar acabar o curso depressa e arranjar trabalho numa editora para ver se metia ordem naquilo.

Não sei se sou burra de mais e não vi a filosofia ou o significado escondido que deve fazer as pessoas gostarem tanto deste livro, mas confesso que detestei e não houve um momento sequer que me tenha prendido.

99% das personagens são detestáveis.

Mr. Lockwood é o ser mais inútil da historia, ou não servisse apenas como segundo narrador, um ouvinte para a historia real e para cobiçar uma miúda que viu menos de 2 minutos.

Tanto Heathcliff como ambas as Catherines e todas as outras personagens são horrendas; cheias de si, com joguinhos mentais umas com as outras e drama desmedido (uma dessas personagens que citei morreu, literalmente, por cause de uma discussão entre dois homens). Até a Nelly Dean, que tenta ser caracterizada como uma personagem carinhosa, não passa de uma falsa e julgadora.

As únicas personagens que até se pode pensar em gostar é o Edgar Linton e o Hareton Earnshaw; um por ser um marido amável, dedicado, um homem forte e trabalhador e o outro por dar apenas pena.

Em suma: só li até ao fim porque era o único livro que tinha em Coimbra e porque detesto deixar livros por ler. Não releria nem que me pagasses o valor do euro milhões.

30
Abr19

Compras do mês de Abril


Hikarry

Como o prometido é devido, aqui estou eu com o post que prometi no inicio do mês.

Pequena nota: Eu acho que tenho comprado coisas a mais...é por estas e por outras que estou ansiosamente à espera do ordenado 

Eu já disse aqui que estou a ler a coleção toda do Tomás Noronha do José Rodrigues dos Santos, então quando fui à Fnac e vi uma das preciosidades da coleção, tive que abrir cordões à bolsa, ou não andasse eu viciada na escrita deste homem. 

Eu estou a acabar agora o segundo livro da coleção e esse é o quarto (já tenho o terceiro na estante) e, pelo que eu percebi, cada livro foca-se num tema diferente. O Codex 632 foi mais focado na historia, A Formula de Deus em física, O Vaticanum (o ultimo livro da saga até agora) em religião e estou super ansiosa para ver o resto.

E como a vida não é só diversão e aqui a menina quer ir para a universidade, vi-me na missão de comprar um livro que me ajuda-se com o exame de Português e escolhi o da Porto Editora. Na minha opinião, explica bem e é fácil de entender, mas tem falta de exercícios para resolver e, pelo preço que eu paguei, esperava um pouquito mais, mas não me estou a queixar por completo.

Para fazer um contraste, no mesmo dia em que comprei o livro de exames também comprei um livro de colorir para adultos para ver se o stress do trabalho e mesmo do estudo se vai dissipando e a verdade é que vai...até eu me irritar porque a pintura ficou uma treta, mas, até lá, tudo fino (brincadeira, gosto muito deste livro).

Quase todas as compras online de maquilhagem que eu faço são na LookFantastic porque eles são rápidos a entregar, têm bons preços e estão sempre cheios de promoções então é de esperar que tudo o que eu vou falar a seguir comprei nesse site.

Comprei o rimel Great Lash da Maybelline em promoção e eu adorei porque as pestanas ficam super pretas e "arrebitadas". 

O verniz azul que vão ver a seguir (ou ali em cima) é da Rimmel e eu tenho que confessar que o detestei. Comprei-o simplesmente porque estava desesperada por um verniz azul e já tinha tentado comprar na Sephora (estava fora de stock) então atirei-me de cabeça para este e foi um erro. A cobertura é muito fraca e mal aguenta dois dias nas unhas. 

Ainda no tema da marca Rimmel, comprei o rimel Extra 3D Lash e esse aí não me desiludiu nada. A comparação preço/qualidade é muito boa então o arrependimento é nulo (embora goste de misturar este rimel com outro da MAC que comprei à algum tempo).

Ainda nesse site comprei um batom da Revlon chamado Seduction porque eu já tenho um parecido (que me saiu na Revista Bravo quando ainda havia em formato físico...Meu Deus, estou a ficar velha) e que estou sempre a usar e antes que acabasse, decidi que era melhor comprar outro por segurança e não me posso arrepender. A cobertura é boa, é matte e o cheiro é muito bom.

Descobri um site chamado Sweet Care e a primeira (e única, ainda) coisa que lá comprei foi a Água Termal da Avene; o meu primer de Maybelline está quase a acabar então isto serve de primer aldrabado para dias quentes.

Já no Pingo Doce comprei o esfoliante de alperce da Bioten que é muito bom! Deixa a pele super lisinha e macia e tem um cheiro fantástico! E lá ainda comprei essa mascara para o cabelo da TRESemmé com a qual eu tenho uma relação conflituosa. É suposto ela deixar o cabelo menos frisado e, com quase um mês de uso, não vi resultados nesse aspeto, mas deixa-me o cabelo muito suave e leve...quando não o deixa extremamente oleoso deus sabe porquê.

E pronto...conclusão: Tenho que ver se tenho mais cuidado com o meu orçamento ou ainda chego falida ao final do mês 

04
Set18

Deadpool 2 - Uma review de quem não pesca nada disto


Hikarry

Sim, eu sei, estou extremamente atrasada, mas só tive tempo - pachorra - para ver o Deadpool 2 agora.

Como fã incansável da Marvel, acho que só há 2 filmes que ainda não vi - um porque estou a tentar combinar datas para ver com outra pessoa e outro porque ainda não tenho estrutura emocional suficiente para o ver.

Mas, bem, finalmente consegui ver este filme e não esperem uma review toda gabaritada com pitadas de "Ai, os efeitos sonoros feitos em x segundos de x cenas estavam maravilhosos por x coisas" ou "o figurino de x ator estava não sei quê porque não sei que mais". Não, como podem ler no titulo,eu não pesco nada disto e vou simplesmente dar a minha opinião sobre o filme porque, como já referi antes, adoro a Marvel e gosto muito de cinema, embora isto vá ser uma completa amadora a falar parvoíces, mas vamos lá.

Lembro-me perfeitamente da primeira vez que vi o primeiro Deadpool e eu adorei! E não fui a única, na época toda a gente estava a falar do filme. Em 2016 conhece-mos este anti-heroi que...pelo amor de Deus, há alguém que não goste dele? Okay, possivelmente há, mas...continuando. O filme foi um sucesso e, como é óbvio, teve uma continuação que saiu em maio deste ano.

Bem, eu não vou contar a historia - vou deixar isso para os experts - e vou passar logo para a parte que interessa. 

Foi, na minha opinião, Deadpool 2 tão bom como Deadpool? Ah...Não. Foi um bom esforço, mas não chegou lá. Não me entendam errado, não é um mau filme, tem uma boa dose de humor, ação e violência como é característico do Deadpool desde as comics, mas acho que não teve um bom equilíbrio. E é bem mais dramático que o anterior.

O diretor do filme não era o mesmo, mas isso mal se notou porque o novo diretor foi capaz de captar o mesmo estilo e essência do primeiro filme; mas falhou em algumas coisas? Sim.

Teria sido melhor se tivesse continuado com o Tim Miller? Sinceramente...? Não sei. Gostava de ter visto qual era o plano dele, mas ele saiu no meio do processo.

E, embora seja dito no filme, - em tom irónico - não é um filme para toda a família, como já se era de esperar. Tem cenas de extrema violência - para os mais sensíveis e para as crianças (que jogam cenas bem mais violentas que isto, então do que é que estou aqui a falar?), montes de piadas sexuais, etc, etc, podia ficar aqui o dia todo.

Uma coisa que também me incomodou um pouco no filme foi que, ás vezes, parecia que o enredo se perdia e passava muito tempo na mesma cena  a remoer, simplesmente demorava muito tempo a desenvolver. 

Uma coisa que eles também perderam foi a oportunidade de nos mostrar o futuro de onde vinha o Cable. Porque ele fala nesse futuro - Dubstep is for pussies -, mas a única coisa que nós vimos desse futuro é a casa dele e a casa dele parece me bastante "presente". Possivelmente foi por falta de dinheiro, mas tinha sido algo proveitoso para se fazer no filme.

Agora, tal como é impossível imaginar outra pessoa sem ser o Robert Downey Jr. a interpretar o Iron Man ou o Samuel L.Jackson a interpretar o Nick Fury, é me impossível imaginar outro ator sem ser o Ryan Reynolds a interpretar o Deadpool (enquanto me esqueço do desastre que foi o filme do Green Lanter de á uns anos atrás.)

Quem também esteve muito bem foi o Josh Brolin que interpretou o Cable e fez uma ótima dupla com o Ryan Reynolds. 

Não tenho muito mais a dizer sobre o filme - até porque neste momento estou a sair às pressas -, só posso dizer que foi bom, mas podia ter sido melhor.

E, como todo o bom filme da Marvel, vejam até ao final dos créditos para ver a cena final. É sempre uma coisa boa para não se perder. 

Eu recomendo o filme e, pela maneira como terminou, quem sabe não teremos um Deadpool 3 (que já se fala por ai). 

 

 

 

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Comentários recentes

  • Nuno

    Pois era! :)

  • Hikarry

    Uma boa comédia diária

  • Hikarry

    Ahah é espantoso o que se encontra por ai!Obrigada...

  • Hikarry

    Rir? Certamente. Também acho que é para isso que s...

  • Hikarry

    Olha que isso é que era uma ideia de valor!

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