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Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

Little Crushed Heart

Aquilo em que me tornei

Xadrez

Sem fui interessada em jogos de tabuleiro. Jogo da vida. Damas. Mas o que mais me impressiona é o xadrez. Aprendi a jogar sozinha e, embora não seja muito boa, consigo tirar um proveito tremendo de quando o jogo. Aprendi naquele jogo que costumava vir no windows 8 - ou seria o 7? Quando não tinha nada para fazer, começava a jogar contra o computador ou contra mim própria. A única coisa que me consegui tirar o aborrecimento naquela altura era o xadrez ou pintar.

 

No mesmo ano em que aprendi a jogar, pedi aos meus pais um tabuleiro de xadrez que eles foram comprar aos chineses. A única pessoa que saber jogar xadrez na minha família, para além de mim, é o meu pai, então já chegamos a passar serões entre peças. Eu tinha sempre as peças pretas; o preto sempre foi o meu favorito e as brancas nunca me tinham atraído muito. O preto parecia que deixava as figuras mais bonitas, de uma certa maneira. Não sou melhor que o meu pai, como já disse, não sou muito boa a jogar xadrez; percebo os princípios básicos e os movimentos que cada peça dá.

É uma coisa que tenho saudades de jogar. Ultimamente tenho me dado conta que sinto a falta de muitas coisas que fui deixando para trás na minha vida: o xadrez, o canto,o piano, o orgão, a pintura, os negócios, o pensamento lógico, a boa memoria, o instinto.

Mas vou começar a religar-me a essas coisas, começando pelo instinto, que me tem dado muita ajuda. A segui volto ao xadrez.

 

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